quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Via Email: SARAIVA 13



SARAIVA 13


Posted: 05 Sep 2012 05:13 PM PDT



FHC com Serra

Um integrante da campanha do candidato tucano à Prefeitura de São Paulo, José Serra, procurou nesta semana o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para pedir que ele grave uma mensagem para o prefeiturável no horário eleitoral na TV. A ideia de usar FHC na propaganda guarda relação com a tentativa de ampliar a inserção de Serra nas tradicionais áreas tucanas da cidade, onde o candidato do PRB, Celso Russomanno, ganhou fôlego.
Obviamente, FHC se dispôs a gravar e, segundo interlocutores, disse estar à disposição da campanha para o que mais Serra precisar. O Estado apurou que o ex-presidente está gravando sua mensagem para a propaganda de Serra neste momento.

Posted: 05 Sep 2012 02:57 PM PDT
Dilma Rousseff entre o peso de suas duas heranças
Isso mostrado pelo site Brasil 247 é apenas uma resumo das comparações entre o governo Lula e o de FHC.O jornalista foi muito generoso com o desgoverno FHC.O governo FHC nem de longe se compara ao de Lula.
                      
Na comparação entre a economia que Lula recebeu de FHC em 2002, e Dilma de Lula, oito anos depois, os números falam por si. A de FHC, sem dúvida, foi bem mais pesada

O tema das heranças malditas voltou a inflamar o País. E tudo começou no último domingo, quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso acusou seu sucessor, Luiz Inácio Lula da Silva, de legar uma "herança maldita" à presidente Dilma Rousseff. Como se sabe, FHC jamais perdoou Lula por ter também atribuído a ele uma herança maldita em 2002. Como Lula teria sido ingrato, segundo FHC, seria a vez de dar o troco.
Dilma, no entanto, não perdoou. Telefonou ao ex-presidente Lula, se disse indignada com o artigo de FHC e publicou uma dura nota em que apontou o "ressentimento" do ex-presidente tucano, condenando-o ainda por mudar regras institucionais em seu benefício, com a emenda da reeleição. Lula, ao contrário, foi "estadista", segundo Dilma, ao não repetir o erro, insinuando que ele, se quisesse, poderia ter buscado um terceiro mandato.
FHC resumiu a "herança maldita" de Lula em dois pontos: a crise econômica e a crise moral, derivada do mensalão. No debate econômico, nada melhor do que os números. A eles:
Dívida pública – FHC a recebeu em 30% do PIB, em dezembro 1994, e a elevou para mais de 55% do PIB, em 2002, mesmo tendo vendido algumas "jóias da coroa", como a Vale, com a privatização. O principal motivo para a alta da dívida foi a política de juros altíssimos, que remunerava investidores com ganhos reais acima de 20% ao ano. Nos oito anos de governo Lula, a dívida interna caiu para menos de 40% do PIB e hoje está em 36%. Tende a cair ainda mais com a política de juros baixos colocada em prática pela presidente Dilma.
Risco Brasil – Nos dois governos FHC, o Risco-Brasil bateu em 2,7 mil pontos e o País foi socorrido três vezes pelo Fundo Monetário Internacional. Com Lula, caiu a 200 pontos e o Brasil foi promovido a grau de investimento. Os tucanos alegam que, em seu período, o mundo sofreu com as crises do México, da Argentina, da Rússia e da Ásia. Petistas rebatem afirmando que enfrentaram, em 2008, uma crise nos Estados Unidos, o coração do capitalismo.
Dólar – No fim do governo FHC, o dólar foi a quase quatro reais e a inflação anualizada já era de dois dígitos. O Banco Central, de Armínio Fraga, atribuía ao risco Lula a alta do dólar e a disparada dos preços. Com Lula, e o BC nas mãos de Henrique Meirelles, a dívida pública em dólar foi zerada, o real se valorizou fortemente, as reservas internacionais somaram mais de U$S 250 bilhões e o Brasil passou a cumprir sua meta de inflação.
Emprego e transferência de renda – O saldo de empregos criados com carteira assinada no governo FHC foi de 700 mil postos de trabalho. Na era Lula, somaram mais de 11 milhões de vagas. Programas de transferência de renda, criados no governo FHC, foram acentuados na era Lula sob o guarda-chuva do Bolsa-Família. Com resultado, 23 milhões de pessoas cruzaram a linha da pobreza.
FHC, no entanto, aponta como herança maldita fatores como o aparelhamento de estatais, como a Petrobras, e uma crise energética que se avizinha (sem lembrar, é claro, do apagão de 2005). No campo moral, fala do mensalão, mas, em seu governo vários escândalos também eclodiram – e muitos não foram investigados com o mesmo rigor de agora. O que não significa que cada presidente não tenha dado contribuições para a construção de um país melhor – inclusive os que vieram antes de Lula e FHC.Brasil247
Postado por às 13:07Um comentário:

Do Blog O TERROR DO NORDESTE.
Posted: 05 Sep 2012 02:09 PM PDT

Do Esquerdopata - 5/9/2012
Marcos Coimbra

É cedo para dizer o que vai acontecer na eleição de prefeito em São Paulo, mas de uma coisa podemos estar certos: é a mais extraordinária do ano.

Não pela falsa razão de ela funcionar como "ante-sala" da próxima eleição presidencial. A experiência nos ensina que, por mais importante que seja – em função do tamanho da cidade e de seu papel na economia brasileira – saber quem é seu prefeito em nada nos ajuda a prever o rumo que tomará a sucessão no Planalto.

O que ela tem de mais relevante este ano é que exemplifica o modo como funcionam atualmente nossos dois principais partidos. Na eleição de São Paulo, PT e PSDB deixam claras suas diferenças.

Nada indica que Lula tenha pensado na candidatura de Fernando Haddad depois de consultar pesquisas de opinião que mostrassem que era preponderante a vontade de renovação no eleitorado paulistano.

Ao contrário, o que elas indicavam em 2011 era o bom desempenho dos candidatos conhecidos. Como sempre acontece nas pesquisas feitas a grande distância da eleição, lideravam nomes que já haviam disputado outras vezes e eram lembrados pelos entrevistados.

Marta Suplicy e Serra estavam na frente, com a senadora sempre acima do ex-prefeito.

Não foi, portanto, em função de resultados de pesquisa que o ex-presidente optou por Haddad. No máximo, olhou os números da rejeição e avaliou que Marta teria dificuldade para crescer e atrair a maioria necessária a vencer no segundo turno.

Algo que um candidato inteiramente novo poderia conseguir, mesmo se começasse de baixo nas intenções de voto.

Quando se decidiu e levou o PT a apoiá-lo, Lula fez um lance arriscado. Que todos seus desafetos nas oposições, especialmente os observadores políticos na mídia conservadora, consideraram equivocado – para dizer o mínimo.

Montado o tabuleiro do lado petista, os tucanos recuaram da disposição de fazer algo semelhante – que, aliás, estava em curso, no processo já iniciado de prévias partidárias. Não quiseram fazer como os adversários.

Optaram por uma jogada "segura": achando que davam um xeque mate, foram correndo atrás de Serra – que desejava ardentemente a missão.

Na cabeça dos estrategistas peessedebistas, seria um passeio. De um lado, o inexperiente candidato que Lula tirou da algibeira, do outro, um "campeão de votos", o líder de todas as pesquisas.

Hoje, passadas as duas primeiras semanas da propaganda eleitoral, parece que a intuição de Lula estava correta. Que a maioria da cidade anseia por renovação.

A expressiva vantagem de Celso Russomano é evidência do sentimento.

Nas pesquisas mais recentes, se somarmos as intenções que tem com as de Haddad e Chalita, vamos a 52% e a 65% dos "votos válidos" (descontando brancos, nulos e indecisos).

Serra não está mal por razões específicas de sua campanha, como alguns afirmam. Sua comunicação não é pior que em eleições passadas.

É igual. E esse é o problema.

Assim como ele é igual. Lamentavelmente igual àquilo em que se tornou.

De onde vem a surpresa de que até eleitores que simpatizam com o PSDB não acreditam na promessa de que, se vencer, governará a cidade por quatro anos? Será de não ter honrado a palavra antes? Ou de ele nunca esconder que só pensa em mais uma candidatura presidencial?

A esta altura, só resta especular sobre qual seria o destino do PT se tivesse feito como os tucanos. Se também tivesse se agarrado ao passado.

Mas falta um mês para a eleição. Quem sabe, até lá, as preces de Serra - às quais se dedica com tanta devoção - o livrem do vexame.

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Do Blog ContrapontoPIG
Posted: 05 Sep 2012 01:59 PM PDT



Lula e a presidenta Dilma Rousseff durante a Rio + 20
Lula e a presidenta Dilma Rousseff durante a Rio + 20
Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Ao contrário do que publicou hoje o jornal "Folha de S.Paulo", o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não teve nenhuma reunião com governadores durante a Rio+20.
O ex-presidente esteve no Rio de Janeiro nos dias 20 e 21 de junho de 2012, partindo no dia 22 pela manhã. Na época, por recomendação médica após um exame de biópsia na laringe, ele foi orientado a poupar sua voz. A nota sobre isso pode ser lida aqui.
Durante o evento, Lula teve encontros com os presidentes da França e de Cuba. Assistiu à abertura da conferência na quarta-feira, dia 20, e participou, junto com a presidenta Dilma Rousseff, o governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes, de um jantar oferecido pela prefeitura do Rio de Janeiro para chefes de Estado africanos na quinta-feira, dia 21.
A agenda do ex-presidente na Rio+20 foi reduzida por razões médicas, mas nunca previu nenhuma reunião com governadores, como pode ser visto no comunicado do dia 15 de junho (clique aqui para ler).
As atividades do ex-presidente e das autoridades presentes na Rio+20 foram acompanhadas pela imprensa e amplamente noticiadas na época.
Por isso, a Folha de S.Paulo mente ao publicar, meses depois, que Lula teve uma reunião com governadores durante a Rio+20.

Posted: 05 Sep 2012 12:57 PM PDT

Do Vionmundo - publicado em 5 de setembro de 2012 às 9:16
Russomano cresce e Serra cai de novo em São Paulo, segundo Datafolha
Candidato do PRB à prefeitura subiu de 31% para 35% em seis dias. Tucano teve sua terceira queda consecutiva na pesquisa, caindo de 22% para 21%
iG São Paulo | 05/09/2012 03:34:22 – Atualizada às 05/09/2012 04:29:40
O candidato do PRB à Prefeitura de São Paulo Celso Russomano cresceu quatro pontos e continuou na liderança da disputa, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (5) pelo Datafolha. Em seis dias, as intenções de voto subiram de 31% para 35%.
O tucano José Serra (PSDB) teve sua terceira queda consecutiva na pesquisa, caindo de 22% para 21%.
Candidato do PT, Fernando Haddad vem logo em seguida com dois pontos a mais, passando de 14% para 16%. Considerando a margem de erro de 3 pontos para mais ou para menos, ambos estão tecnicamente empatados. (Grifo do ContrapontoPIG)

Gabriel Chalita (PMDB), Soninha Francine (PPS) e Paulinho da Força (PDT) aparecem respectivamente com 7%, 5% e 1%.
A pesquisa foi realizada entre os dias 3 e 4 de setembro. Foram entrevistadas 1078 pessoas na cidade de São Paulo.
Rejeição
Entre todos os candidatos, José Serra lidera o índice de rejeição com 42%, segundo a pesquisa. Ele é seguido por Paulinho da Força (20%) e Soninha Francine (20%). Haddad, Russomano e Chalita ficam com 18%, 12% e 11%, respectivamente.
Segundo turno
A Datafolha também pesquisou pela primeira vez o desempenho dos candidatos no segundo turno. De acordo com o relatório, Russomano venceria Serra por 58% a 30% e Haddad por 56% a 30%.
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Também do Blog ContrapontoPIG
Posted: 05 Sep 2012 12:48 PM PDT

Do Vermelho - 4 de Setembro de 2012 - 18h39

Uma revista publica um pingue-pongue – entrevista em formato de perguntas e respostas – com um jornalista que imediatamente denuncia em seu blog o "engodo", porque não teria dado entrevista alguma; a revista responde reafirmando a autenticidade do texto e tudo fica por isso mesmo, a palavra de um contra a da outra.

Por Sylvia Debossan Moretzsohn, do Observatório da Imprensa


Foi na semana passada. A edição 2284 da Veja Rio, que começou a circular no domingo (26), trazia, na coluna "Beira Mar", uma suposta entrevista com o colunista esportivo Renato Maurício Prado, do Globo, sobre o fim de seu contrato com a SporTV, depois de uma discussão ao vivo com o apresentador Galvão Bueno, durante um programa de debates nos últimos Jogos Olímpicos.

Já na terça-feira (28), na nota "Pingo nos is", ao pé de seu blog, reproduzida no dia seguinte em sua coluna no caderno de Esportes do jornal impresso, Renato afirmava que não dera entrevista: teria apenas atendido ao telefonema da repórter e explicado que não queria falar, "até por entender que nós, jornalistas, não somos notícia".

Ressaltava inclusive um erro na menção à sua participação num programa de rádio, já extinto havia mais de dois anos, e lamentava a utilização de uma foto sua, feita para sua coluna no Globo, pois, para o leitor, ficava a impressão de que ele teria posado para Veja.

Em nota oficial, publicada na quinta-feira (30), a revista rejeitava o desmentido.

O que se diz no contestado pingue-pongue não tem qualquer relevância para além do previsível noticiário sobre "celebridades e personalidades do Rio", que é o tema dessa seção da revista. A questão do método, sim, é que é de extrema relevância, independentemente do assunto, da importância das fontes ou da parcela do público a que se destina esse tipo de informação. Ou fraude.

A farsa da reportagem

Não é de hoje que Veja é criticada por utilizar artifícios estranhos aos mais elementares princípios éticos do jornalismo. Entre eles, a descontextualização, ou mesmo a pura e simples invenção de declarações.

Recordo aqui, apenas para ilustrar, um caso de grande repercussão ocorrido há pouco mais de dois anos: o texto intitulado "A farra da antropologia oportunista", publicado em maio de 2010, que acusava pesquisadores de forjar a existência de comunidades indígenas ou quilombolas em proveito próprio – das ONGs das quais participavam – e em detrimento das perspectivas de desenvolvimento do país.

Para tanto, utilizava supostas afirmações de dois antropólogos, Mércio Pereira Gomes e Eduardo Viveiros de Castro, que argumentariam no sentido pretendido pela revista.

A farsa da reportagem foi denunciada em pelo menos três artigos neste Observatório e na resposta do professor Gomes ("Resposta a uma matéria falsa"), que recusava à Veja "o falso direito jornalístico" de atribuir-lhe "uma frase impronunciada e um sentido desvirtuante" daquilo que pensava sobre a questão indígena brasileira.

O protesto de Viveiros de Castro também circulou amplamente pela internet e provocou uma troca de mensagens entre ele a revista, na qual ficava evidente a inexistência de entrevista e a deturpação dos argumentos do pesquisador, retirados de um artigo seu.

O mais curioso é que Veja concluía sua resposta dizendo que o antropólogo a havia autorizado a utilizar o tal artigo "da forma que bem entendesse". O que, a rigor, jamais poderia ocorrer, porque evidentemente nenhum texto pode ser utilizado de qualquer jeito: precisa ser citado de acordo com a sua própria coerência interna, conforme o contexto em que foi escrito.

O elogio da fraude

Criada em 1968 por Mino Carta, Veja passou por uma série de mudanças ao longo dessas mais de quatro décadas, e só um estudo detalhado poderia apontar o que a levou a se distanciar progressivamente da prática rigorosa do jornalismo para enveredar por uma política editorial que pretende amoldar a realidade às suas pautas, utilizando quaisquer recursos para a obtenção dos resultados previamente definidos. O recente episódio que envolveu o colunista esportivo seria, portanto, apenas uma derivação social e politicamente irrelevante de um processo incorporado há muito tempo.

Entretanto, nesse processo há um aspecto essencial e aparentemente inocente que deveria chamar a atenção, sobretudo de jovens aspirantes a jornalistas, especialmente agora que a discussão a respeito da adequada formação retorna, com o debate sobre a exigência do diploma universitário: é que as regras elementares do método jornalístico não são tão elementares assim. Pois que mal faz inventar entrevistas, desde que elas sejam simpáticas às fontes?

Em Notícias do Planalto, lançado em 1999 e prestes a ser reeditado, Mario Sergio Conti relata a esperteza de Elio Gaspari, então em início de carreira:

"[Gaspari] estava numa agência de notícias no Galeão. O aeroporto era o ponto de passagem dos poderosos da República. Os políticos, ainda em trânsito da antiga para a nova capital, embarcavam nos voos matutinos para Brasília. No Galeão desembarcavam as celebridades estrangeiras que visitavam o Rio. Como se podia entrar na área da alfândega, os jornalistas circulavam e faziam entrevistas. Os repórteres da agência tinham de falar com os passageiros famosos, redigir as matérias na sala de Imprensa, tirar cópias num estêncil a álcool e mandá-las para os jornais. Gaspari logo constatou que o tempo médio de embarque e desembarque, vinte minutos, era escasso. Enquanto entrevistava um deputado, perdia outros três que entravam no avião para Brasília. Passou a acordar de madrugada para ler os jornais e, com base neles, escrever pequenas entrevistas de políticos comentando os assuntos do dia. Se concordavam com as respostas, passavam a ser os entrevistados de fato e de direito. Assim, podia mandar aos jornais três, quatro entrevistas, em vez de uma. Os entrevistados agradeciam porque, além de estarem nos jornais, às vezes pareciam mais inteligentes ou engraçados do que realmente eram."

Esses políticos jamais poderiam sonhar que algum dia lhes cairia no colo um assessor tão bom, e ainda por cima gratuito. Conti prossegue, muito divertido:

"Em Veja, o método foi refinado e usado anos a fio. Gaspari inventava um raciocínio para avivar uma matéria, geralmente de madrugada, no calor do fechamento, e mandava um repórter achar alguém famoso que quisesse assumir a autoria. A frase "O povo gosta de luxo, quem gosta de miséria é intelectual" nasceu assim, proposta por Gaspari ao carnavalesco Joãozinho Trinta. O truque era puro Elio Gaspari. Tinha algo de molecagem, mas ficava nos limites das normas jornalísticas, na medida em que ninguém era forçado a encampar uma declaração. O seu fim último era levar um fato novo ao leitor (…)".

Então ficamos assim: inventar declarações e atribuí-las a terceiros faz parte das normas jornalísticas, desde que sejam favoráveis a essas fontes. Nada impede, tampouco, que se recorte um artigo e nele se insiram perguntas, para dar a impressão de um pingue-pongue. Terão razão, afinal, certos teóricos que dizem que jornalismo é ficção?

Essas coisas as escolas – pelo menos, as escolas de qualidade – não ensinam. Pelo contrário, refutam e denunciam. No entanto, renomados jornalistas – nos quais, naturalmente, muitos jovens se miram – praticam e enaltecem o que deveriam combater. E a fraude só causa revolta quando contraria os envolvidos.

Mas nem por isso deixa de ser o que é.

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Do Blog ContrapontoPIG
Posted: 05 Sep 2012 12:28 PM PDT



FHC PEDE QUE TUCANOS NÃO O DEIXEM SÓ

O ex-presidente FHC foi chorar as mágoas no ninho tucano. Ele não esperava, e não gostou da resposta de Dilma Rousseff, sobre seu artigo atacando o ex-presidente Lula. FHC foi pedir um tréplica do PSDB à réplica (bastante direta e firme) que Dilma apresentou.
FHC - O tucanato - Merval Pereira e mais alguns, não gostaram da Nota divulgada pelo governo, em que a presidente Dilma defendeu a HERANÇA deixada por Lula, chamando-a de BENDITA, em contraste com o que FHC deixou para LULA, essa sim, uma HERANÇA MALDITA.

O que mais incomodou, porém, a Fernando Henrique Cardoso, foi a referência feita à sua reeleição. É sabido que FHC "RASGOU" a Constituição para poder se candidatar a um segundo mandato. 

Na nota, Dilma elogiou LULA por não ter cedido à tentação de fazer o mesmo, e por ter se comportado como ESTADISTA. Em outras palavras, Dilma chamou FHC de CAUDILHO.

Já o mais tucano dos jornalistas, ficou fulo da vida com a atitude de Dilma. A Nota enterra de vez a campanha que parte da Mídia faz, ( o meio imortal é quem mais gosta de fazer esse tipo de fofoca ) querendo criar uma situação de inimizade e diferenças gritantes entre Lula e Dilma.

É interessante ainda ver, que os tucanos pensam que só eles podem falar o que querem. Quando são contestados e desmascarados, não gostam. 
Posted: 05 Sep 2012 12:23 PM PDT
A resposta da presidenta Dilma Rousseff ao artigo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi elogiada pelos parlamentares em discursos na Câmara e Senado, nesta terça-feira (4). O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) disse que a presidenta Dilma "foi precisa e equilibrada em suas palavras", já o deputado Fernando Ferro (PT-PE) criticou a fala de FHC: "Ou é demência intelectual ou é incompetência política para saber seu papel na democracia brasileira", afirmou. 

No artigo, sob o título "Herança pesada", FHC faz referências ao que considera problemas morais e econômicos deixados pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em sua resposta, Dilma Rousseff lembra não ter recebido o país sob intervenção do FMI (Fundo Monet[ario Internacional) ou sob a ameaça de apagão, em referência aos problemas enfrentados no início do governo Lula, que sucedeu FHC. A presidenta cita, ainda, avanços do governo do petista nas áreas econômica e social e o respeito conquistado pelo país no cenário internacional.


Os parlamentares reforçaram as palavras da presidenta Dilma, lembrando os problemas que pautaram os dois governos de FHC, com destaque para as manobras políticas do ex-presidente para garantir a sua reeleição.

"Ele (Fernando Henrique) não tem autoridade política, nem moral. Inclusive comprou o processo de reeleição. O Presidente Lula teve dignidade. Ele poderia, se quisesse, abrir um processo para ter a reeleição, mas preferiu não o fazer, porque compreendeu que o melhor é respeitar a ordem política e democrática para ajudar na construção da democracia", afirmou Ferro.

Suplicy citou o trecho final da nota da presidenta, em que ela afirma que não reconhecer os avanços que o país obteve nos últimos dez anos é uma "tentativa menor de reescrever a história" e que o passado deve servir de lição, não de ressentimento.

"Lúcida, inteligente e refinada"

Para Fernando Ferro, houve avanços democráticos e fortalecimento das instituições no governo Lula, "então, não cabe, não merece e não faz sentido esse tipo de comentário que o Sr. Fernando Henrique Cardoso vem fazer do Governo do Presidente Lula. Por isso, nós refutamos esse comentário e queremos parabenizar a Presidenta Dilma pela maneira lúcida, inteligente e refinada com que rebateu as acusações de Fernando Henrique Cardoso contra o Presidente Lula".

O deputado petista foi mais além e aconselhou "que o sociólogo Fernando Henrique Cardoso faça melhor uso do seu tempo na política, para não ficar promovendo intrigas e tentando criar clima de desavença no Governo. Seria melhor orientar seus partidários a promover um debate político aqui sobre os problemas que afligem o Brasil e não promover esta trajetória lastimável que não esperávamos de um ex-Presidente: meter-se na vida política de outro partido, de outro Governo, sem respeitar seu tempo, que passou. Ele agora pertence à história. Não faz mais sentido querer dar lição de política e de sociologia a ninguém, até porque dessa sociologia barata nós já estamos cheios".

Ferro ainda usou seu discurso para relembrar todos os episódios que marcaram negativamente o governo do ex-Presidente Fernando Henrique e que foi denominado de "herança maldita".

"Como disse a Presidenta Dilma, a herança maldita veio, sim, lá da época de Fernando Henrique Cardoso. Quem não se lembra do Fundo Monetário Internacional exigindo, aqui no Brasil, políticas contra os aposentados, arrocho salarial, privatizações, demissões, que foram provocadas naquele governo?" indagou o deputado.

Lembranças de FHC

E continuou: "Quem não se lembra do Presidente Fernando Henrique Cardoso querendo levar o Brasil para a Área de Livre Comércio das Américas – a Alca, dependendo dos Estados Unidos completamente, e entregar a nossa economia?

Quem não se lembra de Fernando Henrique Cardoso chamando os aposentados de vagabundos, porque era esse conceito que ele tinha da luta dos aposentados?

Quem não se lembra da "privataria" do Governo Fernando Henrique Cardoso, que vendeu várias empresas, dilapidou o patrimônio público nacional e quebrou o Brasil três vezes?

Quem não se lembra do programa de terceirização do Governo Fernando Henrique Cardoso, que acabou com o concurso público, tentou esvaziar e eliminar várias empresas públicas?

Quem não se lembra do Governo Fernando Henrique Cardoso atacando a Petrobras, querendo vendê-la e promovendo um processo de lesa-patrimônio nacional, algo inaceitável?" perguntou o deputado.

Segundo ele, se o governo do ex-presidente Lula e o governo Dilma tivessem enveredado pelo caminho de privatizações, nesta crise mundial, o Brasil estaria vivendo a mesma situação de crise de vários países na Europa.

"Que se critique, mas foi no governo do Presidente Lula e da Presidenta Dilma que as instituições voltaram a funcionar. O Ministério Público teve liberdade para fazer investigação; a Polícia Federal teve — como nunca — liberdade para fazer investigações e atingiu, inclusive, membros do Governo, mostrando claramente que não havia um processo de abafa, como havia naquele Governo passado", concluiu o parlamentar.

De Brasília
Márcia Xavier

Posted: 05 Sep 2012 12:18 PM PDT



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Leia mais em: O Esquerdopata
Under Creative Commons License: Attribution

Do Blog O Esquerdopata.
Posted: 05 Sep 2012 12:11 PM PDT
Posted: 05 Sep 2012 08:36 AM PDT



 
'Serra em Apuros
É cedo para dizer o que vai acontecer na eleição de prefeito em São Paulo, mas de uma coisa podemos estar certos: é a mais extraordinária do ano.

Não pela falsa razão de ela funcionar como "ante-sala" da próxima eleição presidencial. A experiência nos ensina que, por mais importante que seja – em função do tamanho da cidade e de seu papel na economia brasileira – saber quem é seu prefeito em nada nos ajuda a prever o rumo que tomará a sucessão no Planalto.  

O que ela tem de mais relevante este ano é que exemplifica o modo como funcionam atualmente nossos dois principais partidos. Na eleição de São Paulo, PT e PSDB deixam claras suas diferenças.

Nada indica que Lula tenha pensado na candidatura de Fernando Haddad depois de consultar pesquisas de opinião que mostrassem que era preponderante a vontade de renovação no eleitorado paulistano.

Ao contrário, o que elas indicavam em 2011 era o bom desempenho dos candidatos conhecidos. Como sempre acontece nas pesquisas feitas a grande distância da eleição, lideravam nomes que já haviam disputado outras vezes e eram lembrados pelos entrevistados.

Marta Suplicy e Serra estavam na frente, com a senadora sempre acima do ex-prefeito.

Não foi, portanto, em função de resultados de pesquisa que o ex-presidente optou por Haddad. No máximo, olhou os números da rejeição e avaliou que Marta teria dificuldade para crescer e atrair a maioria necessária a vencer no segundo turno.

Algo que um candidato inteiramente novo poderia conseguir, mesmo se começasse de baixo nas intenções de voto."
Artigo Completa, ::AQUI::

Enviada por: Nogueira Junior/ 10:430 Comentários
Também do Blog BRASIL! BRASIL! 

Posted: 05 Sep 2012 08:34 AM PDT



"Eike Batista confirma interesse pela compra do SBT e sinaliza que a segunda emissora de televisão do País, de Sílvio Santos, pode ser uma âncora contra problemas de seus outros negócios, que perderam mais de R$ 1 bilhão neste ano
Ouvido pelo site Glamurama, num momento de descontração, o bilionário Eike Batista foi de uma sinceridade atroz ao falarsobre sua possível entrada no setor de mídia. Confirmou seu interesse pela compra do SBT, segunda emissora de televisão do País, que pertence a Sílvio Santos, e deu suas razões. "Chega um momento em que ter mídia é bom", disse ele.
Traduzindo, Eike quis dizer que o controle do SBT pode blindá-lo em relação a seus outros negócios, que ainda não apresentaram lucros. Dono da EBX, Eike tem empresas de petróleo, mineração, navegação e energia (OGX, MMX, OSX e MPX), que apresentaram prejuízos de mais de R$ 1 bilhão neste ano. As ações das companhias também sofreram fortes quedas na BM&FBovespa.
Ter mídia, de fato, pode trazer benefícios empresariais. Ontem, a Justiça aceitou denúncia contra 17 executivos, que teriam sido responsáveis pela quebra do banco Panamericano, que apresentou rombo de mais de R$ 4 bilhões. Sílvio Santos conseguiu se livrar do banco problemático sem comprometer seu patrimônio pessoal."

Enviada por: Nogueira Junior/ 11:280 Comentários

Do Blog BRASIL! BRASIL!
Posted: 05 Sep 2012 08:28 AM PDT


MINISTÉRIO DO EXÉRCITO
GABINETE DO MINISTRO
CIE/GB
ENCAMINHAMENTO 71/s-103.2.cie
Acervo Arquivo Nacional – COREG
Durante a ditadura militar, todas as publicações e obras – livros, programas de tv e rádio, eram obrigadas a verificação de um grupo de censores. Os critérios eram subjetivos e iam desde os aspectos ideológicos e políticos, até os relacionados a costume. Os censores indicavam os trechos, e muitos casos, a obra toda que não poderia ser divulgada.
Nesse contexto alguns artistas com o intuito de estar bem com regime viraram delatores, passando informações sobre o que acontecia no meio, chegando ao ponto de caluniar colegas e serem moleques de recado dos agentes da ditadura.
No documento em anexo emitido pelo Centro de Informações do Exército são revelados alguns desses dedo-duros, considerados como amigos, aliados do regime. Segundo o informe certos órgãos de imprensa estariam publicando matérias denegrindo a imagem de "determinados artistas que se uniram à revolução (sic) de 1964 no combate à subversão e outros que estiveram sempre dispostos a uma efetiva COLABORAÇÃO com o governo".Entre outros são citados Wilson Simonal, Roberto Carlos,Agnaldo Thimóteo,Clara Nunes, Wanderleiy Cardoso e Rosemary.
No Documentos Revelados

Posted: 05 Sep 2012 05:00 AM PDT


Após embate com FHC, Dilma prepara agora entrada na campanha de Haddad 
O Estado de S. Paulo

A presidenta Dilma Rousseff desembarca hoje em São Paulo para gravar mensagem de apoio ao candidato do PT à Prefeitura, Fernando Haddad. Dilma vai aparecer nos próximos dias na propaganda de TV do petista como fiadora(?) do ex-ministro da Educação. O plano(??) da presidenta é apresentar o candidato como "gestor competente" que serviu ao seu governo e ao de Lula.
A entrada de Dilma no horário político em São Paulo já estava acertada com o marqueteiro de Haddad, João Santana, mas faltava bater o martelo sobre qual o melhor momento para isso ocorrer. As críticas feitas pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso a Lula e ao PT em artigo publicado no domingo pelo Estado e a subida de Haddad nas pesquisas - embora ainda em empate técnico, no segundo lugar, com José Serra (PSDB) - animaram Dilma a defender o legado petista na TV(???).
Segundo integrantes do Planalto, Lula e Dilma acreditam que FHC tenta ressuscitar o antipetismo na esteira do mensalão. A presidente avalia que o tucano teria "passado dos limites" ao tentar explorar uma divisão entre ela e Lula e decidiu reagir, rompendo o clima de lua de mel(????) mantido com FHC. Na nota de segunda-feira, ela assinalou que não reconhecer os avanços obtidos pelo País nos últimos dez anos "é uma tentativa menor de reescrever a história".
Sem esconder a contrariedade, a presidenta partiu para o confronto(?????) e qualificou Lula como "um democrata que não caiu na tentação de uma mudança constitucional que o beneficiasse". A estocada foi para fazer um contraponto entre a atitude de Lula, que não disputou o terceiro mandato, e a emenda constitucional patrocinada por FHC, em 1997, para permitir a sua própria reeleição.
No diagnóstico do governo, FHC age em sintonia com Serra e com o senador Aécio Neves (PSDB-MG), provável adversário de Dilma na eleição de 2014.
Apesar de decidir gravar para Haddad, a presidente ainda avalia a conveniência de participar de pelo menos um dos últimos comícios do petista em São Paulo. Por enquanto, essa tarefa caberá a Lula. Dilma está mais propensa a subir no palanque do candidato do PT em Belo Horizonte, Patrus Ananias, que enfrenta o prefeito Marcio Lacerda (PSB), apoiado por Aécio.
Até agora, Dilma dizia que não era o caso de gravar mensagem para Haddad, sob o argumento de que não podia melindrar o aliado PMDB, de Gabriel Chalita. Nos bastidores, porém, petistas dizem que Chalita não decolou e não tem qualquer chance de ir para o segundo turno.
Russomanno também é de um partido da base do governo, mas Dilma está certa de que não terá problemas com a legenda por causa da defesa que fará de Haddad.

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Do Blog O Esquerdopata.
Posted: 05 Sep 2012 04:26 AM PDT
Posted: 05 Sep 2012 04:01 AM PDT



"Pesquisa telefônica diária feita pelo PT indica que Fernando Haddad já tomou o segundo lugar do ex-governador na corrida pela Prefeitura de São Paulo; especula-se que levantamento do PSDB confirme quadro, mas tucanos negam; pesquisa Datafolha deve expor o verdadeiro cenário; por enquanto, apenas uma certeza: Russomanno segue na frente
Pesquisas internas do PT já apontam Fernando Haddad à frente de José Serra na corrida pela Prefeitura de São Paulo. O segundo lugar teria sido tomado pelo petista dentro da margem de erro (ou seja, a diferença não passa de três pontos percentuais), como indica a coluna Radar Online, mas é o bastante para animar PT e preocupar PSDB.
Segundo nota da mesma coluna, o tracking dos tucanos também teria constatado a troca de posições no segundo lugar da corrida eleitoral de São Paulo. A informação foi negada por Luiz Gonzales, marqueteiro de Serra, segundo quem o tucano continua em segundo lugar, e bem à frente de Haddad.
Pesquisa Datafolha programada para esta quarta-feira deve confirmar ou desmentir as sondagens internas feitas pelos dois partidos. Por enquanto, apenas uma certeza, confirmada por todas as pesquisas: Celso Russomanno (PRB) segue disparado na ponta."

Enviada por: Nogueira Junior/ 20:580 Comentários
Também do Blog COM TEXTO LIVRE
Posted: 05 Sep 2012 03:55 AM PDT




Ricardo Kotscho, Balaio do Kotscho
'Fez muito bem a presidente Dilma Rousseff em dar um chega pra lá no sociólogo aposentado Fernando Henrique Cardoso para recolocar o ex-presidente tucano e "os fatos em seus devidos lugares".
Em breve e contundente nota oficial, divulgada no fim da tarde de segunda-feira, Dilma respondeu aos ataques que FHC fez ao governo do ex-presidente Lula no artigo Herança Pesada publicado domingo nos jornais O Globo e O Estado de S.Paulo.
Saindo de seus cuidados, o professor tucano criticou da política energética ao atraso em obras do PAC, áreas pelas quais Dilma era responsável no governo Lula, e chegou ao mensalão, falando em crise moral: "Houve mesmo busca de hegemonia a peso de ouro alheio".
Bem ao estilo Dilma, a presidente amadureceu sozinha ainda no domingo a ideia de responder a FHC, antes que Lula o fizesse. Muito contrariada com o que leu, pediu a um interlocutor para avisar o ex-presidente que não se preocupasse porque ela tomaria as devidas providências.
Durante toda a segunda-feira, várias versões foram escritas e rejeitadas pela presidente, até que no final da tarde a própria Dilma redigiu o texto divulgado à imprensa.
Trechos da nota em que a presidente contesta duramente o artigo de FHC:
"Recebi do ex-presidente Lula uma herança bendita. Não recebi um País sob intervenção do FMI ou sob a ameaça de apagão."
Artigo Completo, ::AQUI::

Enviada por: Nogueira Junior/ 22:130 Comentários
Do Blog BRASIL! BRASIL! 
Posted: 05 Sep 2012 03:52 AM PDT



Por Altamiro Borges

Crescem os boatos de que Fernando Haddad já ultrapassou José Serra na disputa pela prefeitura de São Paulo. No comando tucano, o clima é de velório; já na coordenação de campanha do petista, alguns confirmam que a virada está próxima. "Dá para sentir nas ruas", afirma uma liderança. Esta fonte revela, inclusive, que o debate agora já é de como enfrentar politicamente o segundo turno com o "azarão" Celso Russomanno, o midiático candidato do PRB.
No fim da tarde de hoje, o jornalista Lauro Jardim, um tucano enrustido, deu uma notinha que reforça o rumor sobre a virada. "Além do tracking [pesquisa telefônica] do PT, o do PSDB também constatou ontem a troca de posições no segundo lugar da corrida eleitoral de São Paulo: Fernando Haddad ultrapassou por pouco José Serra. Tecnicamente, ainda é um empate técnico, mas deu-se a mudança de posições". Haddad apareceria com 18% das intenções de voto e o tucano com 18%, em terceiro lugar e fora do segundo turno.

Dicas para a aposentadoria de Serra

De imediato, o marqueteiro do PSDB, Luiz Gonzales, entrou em contato com o colunista da Veja para negar a informação. Uma nova pesquisa Datafolha será divulgada nesta semana. Ela pode ou não confirmar a virada. Mas, como diz o ditado, onde há fumaça, há fogo! Tudo indica que José Serra precisa começar, imediatamente, a planejar a sua aposentadoria! O blogueiro Rogério Tomaz Jr., num gesto de solidariedade, até já apresentou dez sugestões para o eterno candidato tucano. São elas:

1- Ir para a Itália morar com Diogo Mainardi e regressar às suas origens.

2- Ir para Washington trabalhar na CIA como "analista" internacional, ainda que possa não durar muito no cargo.

3- Virar comentador político no Twitter em tempo integral.

4- Juntar-se a Merval Pereira na Academia Brasileira de Letras.

5- Assumir a direção editorial da Folha de São Paulo, deixando Otavinho inteiramente disponível para o "livre pensar".

6- Apresentar o programa "Trololó da Madrugada" na Band, com direção do Boris CCCasoy.

7- Abrir uma consultoria com Paulo Preto de "apoio técnico a empresas interessadas em competir em licitações públicas no mercado da construção civil".

8- Formar uma dupla sertaneja com Reinaldo Azevedo.

9- Lutar pela emancipação da República Autônoma Quatrocentona dos Jardins e Higienópolis.

10- Se nada der certo, fazer um implante capilar e pedir asilo político (junto com a Soninha) ao Uruguai, a nova terra da liberdade.

* Amig@ internauta, você teria mais alguma dica para dar ao Serra? Por favor, envie rapidamente e ela será encaminhada ao velório tucano!

De Recife - PE. Diógenes Afonsoàs 22:400 comentários 
Do Blog TERRA BRASILIS.
Posted: 05 Sep 2012 03:45 AM PDT
PERSONAGEM "ADELAIDE" É APONTADO COMO DE CUNHO RACISTA E ESTÁ SENDO ANALISADO PELA JUSTIÇA. 

Clique no Link
007ConeXãoBlogs & Mídia$: RACISMO - DENÚNCIA CONTRA O ZORRA TOTAL - A VULGAR...:
Postado por às 06:27Nenhum comentário: Links para esta postagem

Do 077BONDeblog.
Posted: 05 Sep 2012 03:41 AM PDT



Mais um incêndio atingiu ontem mais uma favela da cidade de São Paulo - desta feita, as vítimas foram os moradores da Favela do Piolho, no bairro do Campo Belo, na zona sul da capital, numa área que fica próxima, bem pertinho mesmo do aeroporto de Congonhas, imponentemente encravado em região nobre da metrópole. Em 2012, foi o trigésimo segundo incêndio dessa natureza em São Paulo (média de quatro por mês); já tinham sido registrados outros 79, no ano passado. Só ontem, quase 300 casas foram destruídas e mais de mil pessoas ficaram desabrigadas. Não tenho, confesso, condições de fazer afirmações. Mas, como sugeria e ensinava o filósofo grego Sócrates, ao reconhecer que "só sei que nada sei", posso fazer perguntas. Questionar não ofende. E ajuda a pensar. Minhas dúvidas:
1) Será que a Prefeitura de São Paulo nos considera mesmo tolinhos e imagina que vamos acreditar, num exercício de fé profunda, que os incêndios são apenas coincidências, lamentáveis tragédias?
2) Incêndios em favelas nessa quantidade acontecem em alguma outra cidade do planeta? Ou São Paulo é um foco isolado, um ponto fora da curva, uma "metrópole incendiária exclusiva"?
3) Será que apenas os moradores de favelas não sabem acender o gás ou riscar um fósforo, não sabem lidar com o fogo?
4) Por que essa mesma quantidade de incêndios não acontece em condomínios de luxo dos bairros nobres da cidade?
5) Por que a Prefeitura paulistana, à época da administração de José Serra, desativou o Programa de Segurança contra Incêndio, implantado durante a gestão da prefeita Marta Suplicy e que tinha como propósito justamente desenvolver ações de prevenção e orientação especificamente em favelas? E por que o atual prefeito, Gilberto Kassab, não retomou o programa?
6) Por que os bombeiros e as demais autoridades públicas responsáveis pelas investigações não conseguem explicar ou definir as causas e os responsáveis pelos incêndios, com os laudos finais invariavelmente apontando para "motivos indeterminados"?
7) Será que o que de fato move esses incêndios é uma deliberada política de higienização e limpeza social, destinada a expulsar os moradores das favelas, que "enfeiam as paisagens", para aproveitar os terrenos finalmente "limpos" para a especulação imobiliária, tornando assim a fotografia da capital "mais bela e atraente"?
8) Por que nenhum jornal de referência e de grande circulação faz as perguntas que devem ser feitas, com intuito de construir a melhor versão possível da realidade?
9) Por que os repórteres de emissoras de rádio e de TV que transmitem informações ao vivo sobre os incêndios (incluindo os repórteres aéreos) parecem sempre mais preocupados com os reflexos dos incêndios sobre o trânsito, em apontar rotas alternativas para os motoristas, do que em dedicar atenção às vítimas das tragédias (muitas fatais) ou à destruição de casas e de sonhos?
10) Por que nos acostumamos aos incêndios nas favelas e passamos a considerá-los algo "natural, normal", como se já fizessem parte da paisagem urbana e do cotidiano da metrópole, aceitando resignadamente a banalização da tragédia e da violência? Em que lugar do passado ficou perdida nossa capacidade de indignação e de reação?
Francisco Bicudo

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